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POR QUE CUSTOMER EXPERIENCE (CX) DEVE SER PRIORIDADE EM SUA STARTUP

“A primeira impressão é a que fica”.

Pois bem, esse ditado popular serve também para seu negócio – produto ou serviço – que oferece.

Isso porque a experiência que seu cliente tiver será a marca que ele carregará do seu negócio, podendo potencializá-lo ou substituí-lo.

Entendendo o Cenário.

Antes da era digital, os negócios consolidados não tinham tantas ameaças externas nem uma concorrência tão acirrada. Implementava-se o modelo padrão estabelecido pela empresa que já tinha sua efetividade comprovada e que pouco focava na experiência do cliente nesse processo, estando mais atento à entrega pontual do produto ou serviço.

Porém, com a digitalização dos negócios, em que a maioria deles passou a atuar também no ambiente online, alguns, inclusive, surgiram apenas nesse ambiente, o consumidor passou a ter mais opções de compra, que pode ser feita sem sair de casa, além de infinitas opções de escolha.

Nesse ambiente, que facilitou o acesso do consumidor a produtos e serviços, é a experiência que seu negócio proporciona ao cliente que irá criar seu valor.

Nesse momento você deve estar se perguntando o que é e como gerar experiência ao cliente.

Vamos chegar lá!

Para isso, vamos pensar no Nubank, Ifood e Netflix.

Por que fazem tanto sucesso e o que têm em comum?

Todos eles pensam, constroem e aprimoram diariamente a experiência do seu usuário, que não se limita a atividade fim de cada negócio como ter uma conta digital ou ter o serviço de entrega de comida ou filmes disponíveis online.

Essas empresas vão muito além do que se espera e pensam na experiência do seu cliente desde à concepção do produto ou serviço, o que engloba seu design e  usabilidade, até o pós-venda, com serviços de suporte e relacionamento com o cliente.

É disso que se trata a experiência do cliente, entender e facilitar todo a sua jornada, antes mesmo do início da compra, finalizando o processo não com a entrega do produto ou serviço, mas com todo o apoio necessário para sua satisfação completa.

E por que gerar experiência ao cliente deve prioridade para meu negócio?

Como demonstrado, esse é um dos segredos dos grandes negócios.

Ao gerar experiências positivas em seu cliente você irá fidelizá-lo ao seu negócio, sendo possível promover novas vendas ou venda por assinatura.

Além disso, o cliente se tornará o promotor do seu negócio, indicando e aprovando seu produto ou serviço para sua rede de contatos, ampliando a extensão da sua empresa.

Também é importante lembrarmos que ter clientes pelo preço do seu produto ou serviço pode não ser uma estratégia duradoura, além de muito cruel para o negócio, sendo, em muitos casos, mais interessante tê-lo pelo amor que sua marca gerou nele através de boas experiências.

Mas como gerar experiência ao cliente?

Colocar o cliente no centro e priorizar suas necessidades e vontades, vai além de ações pontuais, em verdade, deve se tratar da cultura da empresa, sendo preciso fazer disso uma missão clara a ser absorvida por todos os seus colaboradores diariamente.

Então, o primeiro passo é ter equipe com esse propósito e treiná-la para entender cada vez melhor seu cliente e como apoiá-lo.

Outras ações que podem ajudar seu negócio a gerar boas experiências ao clientes são: ter canal de comunicação fácil, prático e com uma linguagem acessível; ter um tempo de resposta a dúvidas curto; ter um serviço de apoio e suporte para o pós-venda; e desenvolver solução cada vez mais personalizadas para seu público.

Agora que entendemos melhor sobre o CX e suas vantagens, que tal colocar a mão na massa e surpreender seus clientes?!

 

Carlos Pinto Advocacia Estratégica

Por Rafaella Simonetti

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A IMPORTÂNCIA DA EXPERIÊNCIA DO CLIENTE NO AMBIENTE JURÍDICO

Quando se trata do ambiente jurídico, muitas pessoas já começam a bocejar e pensar: lá vem alguém querendo ser chamado de Doutor, usando termos que eu só vou balançar a cabeça e fingir que estou entendendo. E muitas empresas e escritórios ainda levam esse método “clássico” muito à risca, em pleno século XXI.

E se eu te disser que é possível passar por um escritório de advocacia onde você nunca irá ouvir um Ad referendum, Corpus juris civilis, Desaforamento, Lex legum entre outros termos que precisei procurar no Google para exemplificá-los aqui?

Então a pergunta que vale um milhão nesse caso seria: é possível se utilizar de um escritório de advocacia sem ter que ouvir termos jurídicos e complexos? Além disso, é possível passar por um processo ou causa sem a necessidade de papelada e burocracia cansativa?

A resposta para ambas as perguntas é sim.

Mas você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver com Experiência do Cliente? Exatamente tudo tem a ver com o cliente!

Vamos a um exemplo:

Você entra em uma loja de departamentos procurando por uma roupa para ir a uma festa com seus amigos ou amigas. Qual a primeira coisa que você faz ao entrar? Com certeza você não vai atrás de algum atendente pedindo uma roupa X, de cor Y, com tamanho Z. Muito provavelmente, essa atendente não saberia se existe uma roupa tão específica assim, além de que provavelmente nem você procuraria algo tão específico.

Vamos mais fundo nesse exemplo:

Imagine que nessa loja todas as roupas estão misturadas. Não existe sessão masculina, feminina, infantil, casual, formal, de dormir ou de praia. Apenas cabides e prateleiras onde todos os tipos de roupas viraram um emaranhado só. Não seria muito fácil achar algo para você, não é? Então, podemos dizer que a sua experiência dentro dessa loja não seria das melhores, certo? Você nunca acharia algo facilmente e demoraria o triplo de tempo para andar a loja inteira atrás de algo que goste, dependendo apenas da sorte.

“Mas o que isso tem a ver com experiência jurídica? Esse menino do marketing deve estar misturando tudo.”

Aposto que deve ser isso que está passando na sua cabeça no momento. Mas, calma que agora o quebra-cabeça começa a fazer sentido.

Se a sua experiência nessa loja seria ruim por você não encontrar com facilidade a roupa certa que você tanto procura, não seria correto afirmar que isso é o mesmo que um cliente que não entende em que lugar o seu processo se encontra e como ele consegue se achar no meio de tanto “juridiquês”?

BOOM. Mentes sendo explodidas em 3,2,1… Agora tudo faz sentido! Agora todas as peças se encaixam!

Exatamente! O cliente quer simplesmente entender onde ele está, como ele faz para chegar do ponto A ao ponto B. Em que lugar seu processo está, como ele chegou ali, como ele faz para resolver tudo e ficar livre.

Se em uma loja você separa as roupas por gênero, idade, ocasião, preço, tamanho, cor e ainda coloca um atendente oferecendo cartão da loja a cada 2 metros, por que o mesmo não pode ser facilitado na hora de resolver um processo?

Muitas empresas e escritórios focam tanto no processo e de suas origens e virtudes que esquecem do principal: O cliente.

Ele vai entender isso facilmente? Ele vai saber trafegar sozinho sem precisar de ajuda a cada segundo? Ele consegue entender tão facilmente que quando tudo for resolvido, ele irá indicar a sua empresa explicando como o processo dele foi resolvido de forma simples? Ou ele só vai dizer “é, eles foram lá e resolveram, não sei como.”?

Isso é a experiência do cliente. Ele consegue trafegar facilmente pelo seu produto ou serviço? Ele consegue entender sem precisar de um manual ou de um dicionário, no caso jurídico?

A tecnologia que nos rodeia hoje, facilita o entendimento de certos termos através de pesquisas no Google, mas e se formos mais além? E se ao invés de mandar um PDF de trinta páginas para o seu cliente onde diz cada lei, termo, emenda, subparágrafo do termo X da parábola infinita (eu acabei de inventar essa), e se ao invés disso tudo, seu cliente acompanhasse o processo através de um jogo online onde cada fase do processo é um nível do jogo? E se ele tivesse todo o processo resumido e traduzido na palma de sua mão através de um aplicativo de fácil uso e auto explicativo?

Os processos podem ser feitos da mesma forma que a 50 anos atrás. Mas a forma que seu cliente irá trafegar por ele e entender em que etapa ele está, depende apenas de você e de como você aplica as tecnologias disponíveis no mercado na jornada do teu cliente. Pois mesmo que o processo seja perdido, a causa não seja ganha, se ele ou ela tiver uma experiência única na sua empresa, acredite, ele não pensará duas vezes em dizer o seu nome na hora de indicar para alguém que esteja passando pela mesma situação. Pois além do serviço entregue, o cliente do século 21 prioriza algo ainda mais valioso: a experiência e o tratamento recebido pelas empresas.

Torne os processos lentos e complexos, em uma conversa. Mude o estigma de jurídico complicado para jurídico do futuro.

Na Carlos Pinto Advocacia estratégica, levamos a experiência do cliente muito a risca. Cada cliente que está conosco, deve por obrigação, ser tratado de forma descomplicada, através de plataformas online de fácil acesso, sem nenhum termo em “juridiquês”, além da comodidade de ser atendido da maneira que foi selecionada ao fazer o primeiro contato conosco e respondendo a nossa ficha de cadastro, onde avaliamos e construímos a jornada que nosso cliente irá atravessar, da maneira que ele ou ela optarem.

Através disso, tornamos a experiência dos nossos serviços a serem fluidos e adaptáveis as expectativas dos nossos clientes.

Assim tornando o atendimento e os processos que antes seriam maçantes e cansativos, em algo comum e simples, como comprar uma roupa em uma loja de departamentos.

Crédito ou débito?

 

Carlos Pinto Advocacia Estratégica

Por Christopher Douglas

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BANCO DIGITAL: COMO TER MINHA PRÓPRIA FINTECH?

Se você está pensando: O que eu preciso para abrir uma Fintech? Você veio ao artigo certo! Mas para isso, primeiro vamos falar sobre o que é uma Fintech.

O que é uma Fintech?

Este é o nome dado às empresas que objetivam desenvolver soluções tecnológicas para o mercado financeiro, de forma contrária ao que estamos acostumados a ver e conviver com as instituições financeiras convencionais, tais como o detestável Itaú, o guloso Santander, Banco do Brasil e outros.

É fruto de uma junção das palavras “Financial” e “Technology” que, em inglês, significam “financeiro” e “tecnologia”. Isso é bem comum no universo das Startups (HealthTech, Edutech, LawTech, ConstruTech…)

Falando em uma colocação atual é uma Startup financeira.

Certamente se você chegou até aqui, você sabe o quão grandioso é o mercado e como ele vem crescendo nos últimos tempos, principalmente de 2018 pra cá, e acredita que pode ser um bom investimento para o seu dinheiro, que está “emprestado” aos bancos, que por sua vez “emprestam” o seu dinheiro.

Por isso, se você é Empreendedor e sempre sonhou em ter seu próprio banco, esta é a sua grande chance e não é preciso um investimento e nem tampouco ter milhões em caixa, basta ter visão de negócio e espírito empreendedor, para que o seu dinheiro renda ainda mais e você tenha a sua própria carteira de clientes.

Isso tudo é possível graças ao acesso à tecnologia de ponta e as regulamentações que o banco central vem promovendo para estimular ainda mais este mercado que não se confunde com instituições financeiras e nem bancos. Estamos falando de plataforma digitais de pagamentos, antecipação de recebíveis, contratação de seguros, empréstimos pessoais, com e sem garantia e muitas outras modalidades, que antes eram autorizadas apenas aos famigerados bancos e instituições de crédito.

Por isso, compreender a maneira simples com que você pode ter a sua Fintech e saber explorar o mercado financeiro, alavancando resultados e transformando o seu sonho de ser banqueiro em realidade é tão importante.

Principalmente, porque o momento é bastante propício às novas ideias, pois, em momentos de crise como este, é comum os bancos restringirem linhas de créditos aos que necessitam e é exatamente aí que entram as oportunidades que a sua Fintech poderá trafegar.

No Brasil são mais de 45 milhões de pessoas desbancarizadas, ou seja 1 a cada 3 pessoas não possuem conta em banco, seja por medo da sua informalidade, seja por falta de conhecimento ou até mesmo por estar fora do perfil que os “bancos” tanto falam.

O fato é que os bancos convencionais estão cada vez mais ameaçados com este mercado que cresce todo dia e em razão dos seus grandes custos, não são capazes de competir.

Além disso, as Fintechs já nascem digitais e não possuem os resquícios dos modelos antepassados, principalmente, a fome por Lucro, pois, elas existem para curar uma dor e estão focadas na satisfação do usuário.

Esta condição é com certeza um grande diferencial do empreendedor digital, o que, não é concebível de se ver nos bancos convencionais, não é verdade?

Por isso, você precisar saber a tecnologia ideal para criar a sua Fintech e conquistar usuários apaixonados pela sua marca; lembrando sempre que a sua comunidade deseja receber serviços descomplicados, menos burocráticos e baratos e isso será o segredo para que a sua ideia seja transformada em uma empresa de sucesso, ou seja, sua empresa precisa solucionar um problema.

Então você deve estar se perguntando… para ter uma Fintech é muito complicado?

E a nossa resposta é NÃO, exatamente porque existe um movimento que vem estimulando e permitindo o crescimento desta nova modalidade de bancos, tano é que o Banco Central já regulamenta e reconhece isso, tendo trazido a resolução 4656, que reconhece dois tipos de Empresas financeiras:

  1. as Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEP)
  2. A Sociedade de Crédito Direto (SCD).

As Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP) tem o papel de fazer a ponte entre oferta e demanda, ou seja, ela conecta pessoas (físicas ou jurídicas) que precisam de recursos àqueles que possuem recurso e querem emprestar o dinheiro a um retorno considerável.

Ou seja ela  “realiza operações de empréstimo e de financiamento entre pessoas de maneira exclusivamente eletrônica, direcionando recursos coletados no mercado aos devedores.”

Ela empresta dinheiro dos outros. É isso.

Para essa modalidade, o Banco Central estipulou o limite de R$ 15 mil por CPF ou CNPJ. Esse valor poderá aumentar daqui algum tempo, pois foi pensado especificamente para o começo das operações.

Já para a Sociedade de Crédito Direto (SCD) é diferente, pois, agora será permitido sua atuação em segmentos anteriormente restritos às instituições financeiras e bancos convencionais, a exemplo do seguro e da análise de crédito. Ou seja, o que a diferencia da sociedade anterior (SEP) é que agora o dinheiro emprestado é de capital próprio e não dos outros. Entendeu ?

A SCD não pode captar recursos do público – exceto mediante emissão de ações – e nem participar do capital de instituições financeiras.

Isso tudo tem permitido uma maior liberdade às FINTECHS para operar e a resolução nº 4.567 permitiu que as startups financeiras fossem enquadradas nas regras do segmento S5, ou seja, elas agora também podem realizar operações de custódia, venda de direitos creditórios e securitização, ou seja, não é mais a figura de um mero correspondente bancário na oferta de crédito.

Como eu faço para abrir uma FINTECH?

A formalização junto ao Banco Central não é obrigatória, primeiro ponto. Além disso existe uma limitação de transação para estas Startups que transacionam até 500 milhões nos últimos 12 meses.

Por isso é tão importante contar com a orientação correta, tanto no aspecto jurídico, quanto no aspecto de negócios para aumentar a probabilidade de sua ideia dar certo.

Contar com uma assessoria que seja capaz de fazer as conexões correta para o seu business é o primeiro e o passo mais importante, pois, as Fintechs continuam podendo optar em realizar parcerias com os bancos e financeiras para intermediarem as suas operações.

Já se a sua ideia for atuar sozinha, ser necessário pedir a licença ao Banco Central para virarem uma SCD ou SEP.  Este é um ponto importante e por isso  O Banco Central simplificou os processos de adesão para facilitar a entrada de startups.

O Banco Central vem buscando fomentar a concorrência na prestação de serviços financeiros, atuando para estimular a ampliação da oferta de novos serviços e a redução do custo de crédito.

Por isso é importante compreender bem o modelo de negócio a ser adotado, como, também, as necessidades tecnológicas que precisam ser aplicadas, para que os seus objetivos não virem um pesadelo.

Na Carlos Pinto Advocacia Estratégica, contamos com as alianças necessárias para que você tenha a tranquilidade e receba toda a estrutura jurídica, tecnológica e regulamentar para construir a sua Fintech, pois, existem plataformas que podem ser adaptadas ao seu modelo, permitindo que você coloque sua Fintech em atividade no prazo máximo de até 60 dias.

Carlos Pinto Advocacia Estratégica
Carlos Alberto Pinto

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FINTECHS SUSTENTÁVEIS: OS PILARES DO EMPREENDEDORISMO VERDE

O ano era 1977, o País era o Japão, a cidade era Quioto e o compromisso era de que os signatários deste pacto adotariam obrigações mais rígidas para uma redução dos gases do efeito estufa. Ali, ficou determinado que, entre os anos de 2018 e 2012, os países desenvolvidos deveriam reduzir 5,2% das emissões de gases. Este documento foi denominado Protocolo de Quioto.

Muito embora houvesse uma meta coletiva, cada país teve sua meta individual, variando de acordo com o seu estágio de desenvolvimento, meio que havendo uma permissão aos países em desenvolvimento de aumentarem suas emissões de gases na atmosfera, ficando ainda o compromisso de que os países limitem ou reduzam suas emissões de gases de efeito estufa.

É por isso que a redução das emissões passa a ter valor econômico, ficando estabelecido que uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono e podendo ser comercializado internacionalmente.

Assim, seguindo este movimento, empresas poluentes que compram créditos de carbono neutralizam suas emissões e assim, a partir deste momento o crédito não pode mais ser comercializado.

A regulamentação de um mercado global de carbono é uma das diretrizes do Acordo de Paris, que vê suas tratativas de negociação fracassarem na COP 25, na qual o Brasil foi protagonista. O mercado mundial para este tipo de demanda é gigante e já se destacam a Europa e a China. Já nos Estados Unidos, se observa o desenvolvimento dos seus próprios mercados, merecendo destaque o da Califórnia.

Muito embora no Brasil ainda não haja uma regulamentação sobre o assunto, de tão logo, percebe-se uma pequena evolução e que estimula uma expectativa positiva sobre o assunto.

Estamos falando da RenovaBio, a Política Nacional de Biocombustíveis, instituída pela Lei nº 13.576/2017 que estabelece metas nacionais anuais de descarbonização para o setor de combustíveis, de forma a incentivar o aumento da produção e da participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país, onde as distribuidoras de combustíveis deverão comprovar o cumprimento de metas individuais compulsórias por meio da compra de Créditos de Descarbonização (CBIO), ativo financeiro negociável em bolsa, derivado da certificação do processo produtivo de biocombustíveis com base nos respectivos níveis de eficiência alcançados em relação às suas emissões.

Isso é um grande Avanço, pois se compreende a universidade de oportunidades que eclodirão neste segmento ainda incompreendido por muitos e por isso a importância dos esclarecimentos e exposições que me proponho a trazer, pois, para mim, quem entrar agora, vai surfar em um mar de oportunidades.

É aí que entram as Fintechs. Me acompanha.

Criadas para gerar soluções tecnológicas para questões financeiras, diante da necessidade de contrapor as burocracias e onipresença dos bancos convencionais. Hoje são mais de 800 FINTECHS em atividade no Brasil, em 10 setores distintos.

Esta nova forma de realizar operações e manter o controle descentralizado dos seus objetivos é o principal benefício para quem quer ter uma vida tranquila ou de repente quer causar o seu impacto no mundo. Tudo isso, de maneira simples, sem filas, burocracia.

É aí que se enxerga uma grande oportunidade para aqueles que compreenderem os caminhos que podem ser seguidos, principalmente quando destacado que, muito embora, no Brasil ainda não haja uma regulamentação sobre a comercialização de crédito de carbono, assim, como ocorreu com a Cbio, há  um mercado paralelo que está aquecido e dota de legalidade suficiente para que você comece a tirar a sua ideia do papel e que movimentou 5 milhões em créditos ano passado.

O fato é que, este mercado deixou de ser incrédulo para se tornar fértil e real. Por isso destacamos que há tecnologia suficiente para que ideias sejam tiradas do papel e legalidade para que elas sejam propagadas de maneira exponencial, trazendo segurança para todos os envolvidos.

Compreender os cenários podem ser construídos e analisar o risco de cada um deles, de maneira disruptiva e empreendedora é uma paixão que me segue e por isso gostamos de fazer parte deste ecossistema, ajudando empresários e empreendedores a transformarem suas ideias em cases de sucesso, aplicando metodologia moderna e focada em negócio.

Conte com o time da Carlos Pinto Advocacia Estratégica pois temos o propósito de revolucionar a advocacia do Brasil, por meio de insights e serviços de qualidade ajudar a construir ecossistema de negócios melhor para o mundo.

Essa é a nossa estrela-guia e queremos ser o seu aliado estratégico na prevenção de problemas complexos.

Carlos Pinto Advocacia Estratégica
Carlos Pinto

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SER INTELIGENTE: UMA FICÇÃO OU REALIDADE

Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar!

Por isso, de agora em diante, preste atenção em tudo que vou falar, pois, diferentemente do passo dado, não voltarás ao mesmo lugar.

A mudança é tão rápida e constante que a utopia de hoje, amanhã será a realidade do passado e para tentar explicar o que quero dizer, vamos relembrar…

Se você não os assistiu, #ficaadica

Comecemos pelos Jetsons, um desenho animado que em 1962 trazia o cotidiano de uma família, com direito a carros voadores, criados robôs, trabalhos automatizados e tudo mais que se pudesse ter da tecnologia naquele futuro imaginário.

Daí, vem a história de um Ciborgue no ano de 2029 (Arnold Schwarzenegger) que voltava a 1984 (ano do filme Exterminador do Futuro)para proteger e preservar a existência da raça humana que liderada pelo John Connor, no futuro dele, lutaria contra as máquinas, comandadas pelo Supercomputador SKYNET, uma rede de inteligência artificial criado pela defesa americana.

E por fim, mas não menos importante, De volta para o Futuro.

Um adolescente em 1985 que volta 30 anos no tempo e por um acidente conhece seus pais no colégio e deixa sua (futura) mãe apaixonada por ele. Marty (Michael J. Fox) deve consertar o dano na história, fazendo com que seus pais se apaixonem e conta com a ajuda do Dr. Emmet Brown para encontrar uma forma de devolvê-lo ao futuro.

O sonho daquela época era vídeo cassete. Internet não existia, máquinas de escrever e mimeógrafos para reproduzir, “xerox” para copia, e o fax…quem lembra dele? Foi bom enquanto durou, mesmo que por pouco tempo, etc.

Pense em outros mais….

Tecnologias, de um passado, que se tornaram obsoletas no futuro, para ceder espaço a robôs que imitam, desenvolvem atividades e reproduzem pensamentos humanos, carros e skates flutuantes, Smartphones, pessoas que veem as outras em tempo real, enfim….tecnologias inventadas pelo homem e que logo se tornam obsoletas. Estou falando de disrupção.

Tecnologia disruptiva é o efeito do desenvolvimento constante a que estamos submetidos e traduz o entendimento de que para o  futuro não há retrocesso! Ainda não se inventou a máquina que nos joga de um lado para o outro no tempo.

Nos tempos atuais, o mais importante é a informação segura. Explorar a quantidade de dados à disposição, já não é mais utopia e se bem utilizados será uma arma fatal, para tudo que destinar-se.

Saber o quê e onde buscar o que precisa, indiscutivelmente, será o divisor de águas entre aqueles que obterão sucesso, daqueles que serão apenas um registro no passado.

Desenvolver cenários de oportunidades com uso de inteligência artificial, minimizando os riscos do erro, permite que vc turbine os seus lucros e mitigue riscos ao seu negócio.

Ser inteligente em negócios é saber valer-se de métricas de cruzamento de dados fiscais e tributários para proporcionar informações na hora de tomar decisões. Isso sem falar em afastar todos os riscos aos negócios.

O mundo, que gira e muda a todo instante, é capitalista e não tem espaço para aventuras e decisões equivocadas. Elidir todo e qualquer risco é ser inteligente.

Ter Inteligência em Negócios é tornar rentável a oportunidade criada, afastando riscos e acasos.

A evolução não está apenas nas formas com que invenções são construídas, mas também, na forma com que o ser Humano delas se utiliza, agregando o seu raciocínio lógico ao que a tecnologia disponibiliza. Há um aperfeiçoamento.

Negar que o futuro de amanhã será bem diferente do futuro de ontem, é negar-se viver.

Os tempos, inegavelmente mudaram, é visível. As relações pessoais, as relações de trabalho, a economia do mundo, do Brasil, as vozes políticas, os formatos que gerimos nossas vidas, nossos filhos, nossas empresas….

Tudo mudou e tudo continuará mudando e para isso precisamos acompanhar este futuro “passado” no presente.

Poder até pode, mas não se deve gerir negócios e nossas vidas como se fazia 30 anos atrás. Não dará mais certo, pois, aqueles que estão um passo à nossa frente certamente já não nos consideram como concorrentes, mas sim como peças de um museu, assim, como as máquinas de escrever.

 

Carlos Pinto Advocacia Estratégica

Carlos Alberto Pinto