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Segunda Edição da Revista Sette tem matéria com nosso idealizador Carlos Pinto

O universo da invovação e startups

As startups pensam e desenvolvem um modelo de negócio próprio para atender às necessidades do cliente de maneira inovadora, e por causa disso tem um grande potencial de crescimento. É este diferencial, esta proposta inovadora, que faz de uma jovem empresa uma startup.
Segundo Carlos Pinto, advogado do escritório Carlos Pinto Advocacia Estratégica, Start é começar, por isso o espírito de uma Startup vibra em um contínuo estado de recomeços.
Startups costumam sair sempre à frente de empresas mais tradicionais. Em partes, por sua cultura mais maleável, sua metodologia ágil, seu contínuo estado de aprendizado e o poder de aprender rápido com os erros e se recuperar em tempo recorde.
Hoje, as startups brasileiras já somam 13.342 empresas inovadoras e escaláveis, distribuidas em 78 comunidades, de acordo com a Startup Base da Abstartups. E o Ranking das cidades brasileiras com mais startups fica para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Startups como iFood, 99, Gympass e Nubank, souberam utilizar com maestria as diretrizes da inovação para transformar ideias em resultados financeiros reais. E hoje fazem parte dos 9 unicórnios brasileiros que faturaram em 2019 US$ 1,23 bilhão.

O espírito empreendedor de uma Startup é caracterizado pela inovação, colaboração e aceitação de riscos. Ele fornece a estrutura motivacional essencial, o talento e a proximidade com inventores e pensadores criativos necessários para o sucesso de startups de tecnologia.
Inovar permite uma vantagem sobre a concorrência e ajuda que as empresas se tornem e consequentemente, permaneçam, líderes do mercado em que atuam.
Portanto, inovação e inspiração são competências fundamentais para a economia globalizada hipercompetitiva de hoje. Crucial para solidificar o seu lugar no mercado e garantir o sucesso da startup a longo prazo.

É essencial que um empreendedor se mantenha atualizado e a ponderar os próximos passos a tomar. Principalmente quando se trata de empresas que estão engessadas e bitoladas quanto a mudanças. A cultura de uma organização é praticamente seu DNA, e está enraizada no sistema e, portanto, é extremamente difícil de mudar.
Mudar a cultura de uma organização é um dos desafios de liderança mais difíceis. Isso porque a cultura de uma organização compreende um conjunto entrelaçado de objetivos, funções, processos, valores, práticas de comunicação, atitudes e premissas.

Em seu livro fundamental, Corporate Culture & Performance, o professor de Harvard John Kotter e James Heskett definiram empresas fortes como sendo capazes de “facilitar a adaptação a um mundo em mudança … Se o cliente precisa de mudança, a cultura de uma empresa quase força as pessoas a mudarem suas práticas para atender às novas necessidades. E qualquer pessoa, não apenas algumas pessoas, tem o poder de fazer exatamente isso. ” Cada empresa precisa desse tipo de capacitação no mundo em rápida mudança de hoje ou não conseguirá inovar e crescer.

Algumas empresa conseguem se destacar no ramo corporativo, e em um recente estudo realizado este ano pelo Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco), algumas das que mereceram destaques são a Ambev, Nestlê, Natura, Magazine Luiza e outras. São empresas que estão no topo da cadeia e seus padrões e estratégias, muitas vezes referência para as mais jovens startups.

Você pode ter acesso a esta edição da revista na íntegra através  do link:

https://drive.google.com/file/d/16O8mbpc82ikLhvTpEhaGGeo8zcnQ7UdR/view?usp=sharing

 

 

www.revistasette.com.br

 

 

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